“Adoro o sorriso dela, adoro os cabelos dela, adoro o jeito que às vezes ela lambe os lábios antes de falar, adoro o som da risada dela, adoro a aparência dela quando ela dorme, adoro pensar nela e adoro o jeito que ela faz eu me sentir, como se tudo fosse possível, como se a vida valesse a pena.
“Não tô bem, não tô mal, eu não sei como estou (…) apenas tô aqui.
“E continuo. Apesar da saudade. Apesar de me sentir pela metade. Continuo porque é o que resta. Aprendi que se a gente não levar a vida, ela nos leva de qualquer jeito.